ACOMPANHE VOCÊ TAMBÉM!!!

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

DR. HOUSE BRASILEIRO


Ele é irônico, excêntrico, adora motos e é craque em diagnosticar casos que desafiam a medicina. A descrição se encaixaria perfeitamente a Gregory House, protagonista da série de TV "Dr. House" (ou "House M.D."), fenômeno no Brasil e no mundo. Mas estamos falando de Paulo Olzon, 60 anos, chefe da disciplina de clínica médica da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) --e, assim como House, infectologista e nefrologista (especialista em rins).
Em seu consultório, Olzon costuma receber pacientes com pilhas de exames e que já passaram por vários outros médicos que não conseguiram realizar um diagnóstico. Com House é igualzinho, embora o médico da ficção não seja emancipado como o real, que sequer atende convênios.
Na série, o personagem vivido pelo inglês Hugh Laurie trabalha no hospital Princeton-Plainsboro, em Nova Jersey (EUA), onde vive em atrito com sua chefe, Lisa Cuddy, e sua equipe de subordinados, a quem maltrata e provoca à exaustão. Ele não maltrata ninguém, apenas tem um humor peculiar. Olzon e House, no entanto, têm um talento raro para ir além do senso comum e valorizam ao extremo o histórico médico do paciente.
"Meus alunos me chamam de House. Exageros à parte, a série é bem feita", diz o infectologista, que já assistiu a alguns episódios com a mulher. Ela o desafia para que ele chegue ao diagnóstico mais rápido que o doutor da TV.
Em sala de aula, Olzon costuma utilizar práticas que também aparecem na série quando House está com sua equipe e sua inseparável lousa tentando matar uma charada. O professor recruta um paciente do pronto-socorro da Unifesp e pede que os alunos descubram o que a pessoa tem sem fazer exames, apenas com perguntas e a análise de aspectos clínicos.
Em House, o roteiro segue quase sempre a mesma linha: um paciente chega ao hospital no início do episódio com um conjunto complicado de sintomas e, lançando mão de métodos incomuns e muitas vezes inescrupulosos, House sempre acerta no final.

Sozinho

O médico da ficção não é casado e não tem filhos. Ele vive sozinho em uma casa onde passa horas assistindo televisão e tocando piano --tudo à base de doses cavalares de Vicodin, um analgésico à base de morfina.
Já Olzon e a mulher vivem em casas separadas. "São 15 anos juntos, é a minha união mais duradoura." Ele tem três filhos de outros relacionamentos. Em seu pequeno apartamento, no bairro da Vila Clementino (zona sul de SP), perto da Unifesp, ele toma vinho e lê durante a noite, mas nada de Vicodin.
Olzon diz que guarda o mau humor para si. "Uma paciente disse que eu fui seco com ela, mas é que eu entro em uma espécie de transe. Fico absolutamente concentrado na pessoa. Simplesmente tenho de descobrir [a doença], é o que esperam de mim e é o que sei fazer", afirma o infectologista.
Fonte: www.agora.uol.com.br
Em destaque, notas minhas.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

BANCO CENTRAL LANÇA NOVAS CÉDULAS DO REAL

O Banco Central apresentou nesta quarta-feira a segunda família de cédulas do real. As notas mantiveram as cores e a temática - efígie da República nos anversos e animais da fauna brasileira nos reversos -, mas os elementos gráficos foram redesenhados. A principal novidade, no entanto, está no tamanho, que varia de uma nota para outra: quanto maior o valor, maior a cédula.

Com a mudança no tamanho e a adoção de marcas táteis mais salientes, o BC afirma, em comunicado, que "as novas cédulas do real atenderão a uma demanda dos deficientes visuais, que até então enfrentavam dificuldade em reconhecer os valores das notas."A autoridade monetária ressalta ainda que as novas cédulas, dotadas de recursos gráficos mais sofisticados, "ficarão mais protegidas contra as falsificações".

As novas cédulas de R$ 50 e R$ 100 começam a circular ainda no primeiro semestre deste ano. As notas de menor valor - de R$ 2, R$ 5, R$ 10 e R$ 20 - serão trocadas gradualmente até 2012. O lema da campanha de lançamento é "O real ficou ainda mais forte". As cédulas são assinadas pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, e pelo presidente do BC, Henrique Meirelles.

Fonte: Yahoo

sábado, 16 de janeiro de 2010

UMA VIDA DE AMOR


Eles têm 112 e 110 anos de idade, estão casados há 90, viram juntos a queda do Império Otomano, acompanharam o surgimento de novos países e sonham em continuar unidos até que a morte os separe.

A história do casal centenário formado por Abdullah e Elif virou símbolo de amor eterno na Turquia.

Abdullah Adiguzel, nascido em 1898, e sua mulher, Elif, nascida em 1900, se apaixonaram quando jovens e asseguram que nunca tiveram problemas no casamento em todo este tempo de convivência.

"Nos queremos muito. Nunca tivemos problemas em 90 anos. Só temos um último desejo: morrermos juntos. Porque se um de nós morrer, o outro sentirá que perdeu sua outra metade", explicou Elif à agência turca "Anadolu".

O filho mais jovem do casal, Ismail, de 60 anos e que ainda mora com eles, afirma que os pais são um "exemplo de amor" e de "casamento perfeito", não só para a família mas para todos que os conhecem.

"Sempre foram fiéis. Nunca vi fazerem mal um ao outro. Frequentemente dizem que, se um deles morre, o outro lhe seguirá" explica o filho.

Elif, muito mais faladora do que seu marido, afirma que se "casaram por amor".

Um amor que tem reflexos de continuar por muito tempo ainda. "Meu marido não ouve bem já faz alguns anos, mas este é o único problema de saúde que tem. Em meus 110 anos de vida, a única cirurgia que fiz foi de cataratas", explicou Elif.

A mulher deu à luz dez filhos, dos que sete ainda estão vivos. A família continua aumentando e soma 113 membros entre netos e bisnetos e, cada ano, em algumas ocasiões especiais e durante as festas religiosas, todos se juntam no pequeno povoado de Yazibasi, na província oriental de Malatya, onde vivem Elif e Abdullah.

O homem completará 113 anos no mês que vem e conserva vivas lembranças de tempos muito antigos. Tanto ele como sua mulher nasceram quando seu país era ainda Império Otomano e juntos viveram a queda dos sultões, a fundação da moderna República da Turquia e várias guerras.

Por exemplo, Abdullah se recorda perfeitamente da Primeira Guerra Mundial e de como, anos depois, em 1920, fez o serviço militar em Dardanelos, e teve de cavar novas trincheiras onde ainda permanecia viva a destruição de uma das batalhas mais sangrentas da Primeira Guerra Mundial.

"Estou muito feliz com minha mulher. Ambos nos apoiamos em tudo ao longo de nossas vidas", conta.

O simpático casal acha que o segredo de sua longa vida está na alimentação natural e saudável que sempre tiveram.

"Comemos coisas do povo. Antes, tudo tinha seu próprio sabor. Mas nos últimos anos já não encontro esses velhos sabores. Deixei de comer verduras porque cheiram a remédios. Acho até que o pão que fazemos em casa não é igual ao de antes", explica Elif.

Provavelmente há um grande amor no casal de Yazibasi, mas também é certo que, nos povos da Anatólia rural, os casamentos duram até a morte de um, como demonstra um dos refrães dessa geografia: "Entrarás à casa de teu marido com um vestido branco de noiva, mas só sairás envolvida em uma branca mortalha".

No entanto, a história de Elif e Abdullah, talvez lhe cole mais o desejo que se formula aos casais nas bodas tradicionais da Anatólia: "Bir yastikta kocayin", o que significa: "Envelhecei com vossas cabeças sobre um só travesseiro".

FONTE: Yahoo

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

PENSANDO BEM...


Amigos são como músicas você já percebeu?
Eles entram na vida da gente e deixam sinais.
Como a sonoridade do vento ao final da tarde.
Como os ataques de guitarras e metais presentes em
cada clarão da manhã.
Amigo é a pessoa que está ao seu lado e você vai
descobrir, olhando no disco do olhar.
Procure escutar:
Amigos foram compostos para serem ouvidos,
sentidos, compreendidos, interpretados.
Para tocarem nossas vidas com a mesma força do
instante em que foram criadas, para tocarem suas
próprias vidas com toda essa magia de serem músicas.
E de poderem alçar todos os vôos, de poderem
cumprir todas as notas, de poderem cumprir, afinal, o
sentido que a eles foi dado pelo compositor.
Amigo têm que fazer sucesso...
Mesmo que não estejam nas paradas;
Mesmo que não toquem no rádio...


Autoria desconhecida

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

A ÍNDIA QUE A GLOBO NÃO MOSTROU

Eu, particularmente, fiquei chocada ao

assistir a um documentário sobre o Rio Ganges, na Índia onde milhões de hindus se banham acreditando que as águas dalí são puras e sagradas.
Grupos de pesquisadores encontraram bactérias mortais nas águas deste rio que serve para banhar-se, beber e, como se não bastasse, serve como depósito de cadávers, sem falar nos esgostos e pesticidas. A poluição atual do rio tem afetado diretamente as 400 milhões de pessoas que vivem próximo às suas águas.
Estes dados foram coletados através de um documentário exibido na data de hoje na TV ESCOLA. É ironia dizer que o Globo Repórter também fez uma matéria sobre o Rio Ganges em 19/06/09 mas, como sempre, não mostrou o lado negativo da história.
É inevitável falar deste rio, negando sua origem pagã. De acordo com a religião hindu um rei muito famoso, Bhagiratha, praticou por muitos anos, a tapasya, para trazer à Terra Ganga de sua residência nos céus, para que encontrasse a salvação de seus ancestrais, amaldiçoados por um profeta. Ganga se convence e, através de uma trança de cabelo (Jata) do deus Shiva, desce à Terra para lavar os pecados dos humanos e torná-la pia e fértil. Para os hindus da Índia, o Ganges não é apenas um rio, mas também uma divindade materna, um conjunto de tradições, e muito mais.
O que nos deixa perplexo é a convicção dos hindus neste deus e a total ignorância de JESUS. Fico pensando o quão árduo é o trabalho missionário nesta região. E pior ainda, é a omissão por parte de emissoras de tão grande repercursão do que acontece neste país.
Segue algumas fotos do que não fo
i mostrado a você: