As melhores letras e inspirações a elos inquebráveis que desafiam o entendimento. Atrações por acaso em conexões sem sentidos que geram momentos com propósito. E também cada riso, lágrima, abraço e desejo de bem. Números, dias, horas somas e validações de uma equação perfeita. Vidas paralelas que se cruzam no infinito. Caminhos que mudam. Ansiedade que passa e convence do que é paz. Instantes tão pequenos que não se apercebem do momento maior. As melhores letras e memórias. A dedução de uma constante abrigada em seres, por hora inconstantes, mas que resistem às tempestades. Fortaleza. Cais. Segurança. Confiança. Elo. Sentimento permanente de um bem que nunca morre. Posto que morre quem sente, mas o sentir em si justifica a permanência. Assim, digo pois que o que sinto não me pertence. Até aqui não percebia que eu pertenço ao que sinto. E por isso é tanto em mim que sou pouco.
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quinta-feira, 1 de setembro de 2016
segunda-feira, 15 de agosto de 2016
É CARO DEMAIS SER HUMILDE. É ALTO O PREÇO DE VIVER EM PAZ.

O preço de viver em paz é não ter paz.
Não dentro de você, mas em volta.
Veja bem.
Um dia você pode estar na sua. Você pode decidir manter-se fiel a você, às verdades que são compatíveis com o que você acredita e acima de tudo, respeitar as diversas verdades que cada um decide acreditar.
Pode ser que você viva uma vida pautada em admitir humildemente seus limites. Reconhecer seu lugar no mundo e sua obrigação de ajudar o próximo.
Pode ser que você siga sua vida em paz e decida disseminar essa paz que está em seus planos, afinal já tem tanta gente fazendo o contrário que você pensa que faria bem variar o menu com o que é bom.
Você pensa.
Pode ser que tenha gente goste. Pode ser que não.
E então pode ser que a paz que você dissemina seja motivo de ira de quem não recebe essa paz. Pode ser que você esbarre na prepotência de quem se acha dono da verdade.
Pode ser que sua doação seja motivo de desconfiança por quem faz tudo em troca de qualquer coisa.
Mas, ora! Ontem era herói, hoje é um vilão.
Crucifica-o! Crucifica-o!
Pois.
Se o Mestre do Amor foi abandonado pelos amigos, foi feito de herói a vilão e posto entre ladrões, foi morto por disseminar a paz... Quem é você que espera troféu maior do que o esquecimento?
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