quarta-feira, 23 de julho de 2014
Morre Ariano Suassuna
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
Quem diria, Lady Gaga dando lição de moral em muita gente que se diz cristã, mas passou longe da Bíblia
domingo, 27 de janeiro de 2013
Tragédia em RS: incêndio destrói casa noturna e 245 pessoas morreram
A MAIOR TRAGÉDIA DE NOSSAS VIDAS
Morri em Santa Maria hoje. Quem não morreu? Morri na Rua dos Andradas, 1925. Numa ladeira encrespada de fumaça.
A fumaça nunca foi tão negra no Rio Grande do Sul. Nunca uma nuvem foi tão nefasta.
Nem as tempestades mais mórbidas e elétricas desejam sua companhia. Seguirá sozinha, avulsa, página arrancada de um mapa.
A fumaça corrompeu o céu para sempre. O azul é cinza, anoitecemos em 27 de janeiro de 2013.
As chamas se acalmaram às 5h30, mas a morte nunca mais será controlada.
Morri porque tenho uma filha adolescente que demora a voltar para casa.
Morri porque já entrei em uma boate pensando como sairia dali em caso de incêndio.
Morri porque prefiro ficar perto do palco para ouvir melhor a banda.
Morri porque já confundi a porta de banheiro com a de emergência.
Morri porque jamais o fogo pede desculpas quando passa.
Morri porque já fui de algum jeito todos que morreram.
Morri sufocado de excesso de morte; como acordar de novo?
O prédio não aterrissou da manhã, como um avião desgovernado na pista.
A saída era uma só e o medo vinha de todos os lados.
Os adolescentes não vão acordar na hora do almoço. Não vão se lembrar
de nada. Ou entender como se distanciaram de repente do futuro.
Mais de duzentos e cinquenta jovens sem o último beijo da mãe, do pai, dos irmãos.
Os telefones ainda tocam no peito das vítimas estendidas no Ginásio Municipal.
As famílias ainda procuram suas crianças. As crianças universitárias estão eternamente no silencioso.
Ninguém tem coragem de atender e avisar o que aconteceu.
As palavras perderam o sentido.
(Fabrício Carpinejar)
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Apagão no Nordeste!
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Mãe vende bebê por R$ 500 para comprar drogas em Porto Alegre (RS)
Uma mulher de 27 anos foi presa por suspeita de vender o filho de sete meses para comprar drogas. A mãe, que é usuária de crack, teria vendido a criança para uma família em Porto Alegre (RS) por R$ 500.
Os primeiros R$ 200 já haviam sido pagos neste mês de outubro e o restante seria entregue em novembro.
Se condenada, a mulher pode pegar até quatro anos de cadeia. O pai e o comprador do bebê também foram presos . O crime foi descoberto após uma prima do bebê chamar a polícia ao saber da venda.
Fonte: R7.com
sexta-feira, 28 de maio de 2010
BEBÊ FUMA 40 CIGARROS POR DIA NA INDONESIA!

A mãe do garoto acredita que ele está viciado. Ela contou ao jornal inglês "The Sun" que, quando não recebe os cigarros, bate a cabeça contra a parede. Já o pai afirma que o filho parece saudável. "Eu não vejo problema", disse.
No país, é comum crianças fumarem. O hábito do garoto custa mais de R$ 10 por dia para a família asiática.
Veja o vídeo do bebê fumando aqui.
Fonte: Yahoo!
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Alerta para as Consequências do Excesso de Trabalho
É importante que os funcionários reflitam sobre seus limites físicos e psicológicos. Ao mesmo tempo uma cultura de diálogo na empresa pode reduzir conflitos e manter uma equipe mais saudável.
Como saber se você está trabalhando demais? Bem, o que é excesso de trabalho para um, pode não ser para outro. Por isso, é importante você refletir quais são os seus limites físicos e psicológicos.
Tem ficado extremamente cansado? Com dores no corpo? Dor de cabeça? Muita sonolência? O trabalho está sem sentido? Às vezes, você nem tem vontade de ir trabalhar. Esses podem ser indícios de que você está com uma carga de trabalho muito pesada.
“Na década de 90 nós tínhamos um grande aumento de lesões por esforços repetitivos. Para o século 21, posso dizer com segurança que as questões dos aspectos psicológicos são as que tão influenciando mais a vida dos trabalhadores” explica a médica, Vera Lcia Zaher.
Pelos números dos auxílios-doença do Ministério do Trabalho, os problemas musculares continuam liderando o ranking de pedidos de licença.
De 2006 para 2008 houve um aumento de mais de 500% (de 19.956 - 117.353).
Mas o que vem chamando a atenção dos médicos nos últimos anos é que a ocorrência de doenças relacionadas ao sistema nervoso está cinco vezes maior. Em dois anos subiu de 1.835 para mais de nove mil pedidos (9.306).
E nesse mesmo período, os transtornos mentais e comportamentais tiveram um aumento de mais de 1.900%. Foram pouco mais de 600 pedidos de licença para mais de 12.000 (de 612 para 12.818).
No final de 2007, Hellen passou em um concurso para ser técnica em administração e finanças de uma Farmácia Popular. Assim que assumiu o cargo a função não era o que esperava. Ela serviu de atendente e faxineira.
Com dois meses, começou a desenvolver sintomas como taquicardia, crise de asma e pressão alta. Hellen procurou um psiquiatra que diagnosticou depressão profunda e ansiedade generalizada. Desde então, ela está há cinco meses afastada do trabalho.
“Me sinto melhor depois das medicações e do acompanhamento terapêutico. Entretanto, só vou me sentir bem e realizada quando conseguir voltar a trabalhar em uma função que eu goste, que eu saiba fazer. Hoje, o que quero é minha vida profissional de volta”, conta Hellen Taynan, funcionária pública.
O excesso de trabalho pode ser dado pela empresa como o caso da Hellen. Mas, você também pode tomar para si cada vez mais tarefas e acabar sobrecarregado. Por isso, vale ficar atento à algumas coisas.
Se sentir que a carga de trabalho está pesada demais para você:
- converse com o seu supervisor
- tenha disciplina
- cumpra os horários e deixe claro para a chefia quando a tarefa é feita
- tente se manter concentrado.
- ache um tempo para você e descubra tarefas para se desligar do trabalho.
- aproveite os momentos com a família.
“O conselho médico que eu daria... Aprenda a conhecer os seus limites isso é: tem horários para entrar, horário para sair, conheça seu trabalho, saiba o que você está fazendo dentro do ambiente, tenha prazer no que faz. Com isso eu posso afirmar em parte que uma boa parte do campo do físico, das patológicas, a gente pode evitar nessa comparação excesso de trabalho e saúde”, completa a médica.
Fonte: G1
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
RODEIO, CRUELDADE OU DIVERSÃO?
FOTO: ÁLBUM PESSOAL DO ORKUT DE UMA AMIGAOs rodeios são promovidos como exercícios de coragem e valentia da habilidade humana em conquistar as bestas ferozes e indomadas do velho Oeste. Na realidade, os rodeios não são nada mais do que uma exibição manipulada do domínio humano sobre os animais, mal disfarçado de "entretenimento". O que começou no final do século XIX como um concurso de habilidades entre cowboys se transformou num show motivado por ganância e lucro.
As Acrobacias
Os eventos padrão de um rodeio incluem laçar um bezerro, corpo a corpo com um novilho, montar um cavalo e um touro sem arreios, selar um potro chucro e ordenhar uma vaca selvagem.Os animais usados nos rodeios são artistas prisioneiros, a maioria dócil, mas compreensivamente desconfiados dos seres humanos devido ao tratamento áspero que receberam. Muitos desses animais não são agressivos por natureza; eles são físicamente forçados a demonstrar um comportamento selvagem para fazer os cowboys parecerem corajosos.
Os organizadores de rodeios alegam que o animal trabalha apenas por oito segundos, como se não houvesse centenas de horas de treinos não supervisionados, muitas vezes, com o mesmo animal. Eles contestam também que os animais utilizados são selvagens e que pinoteiam por índole. Caso fosse verdade o sedem não seria necessário e o animal não pararia de pular após a retirada do mesmo.
Laçada de bezerro: animal de apenas 40 dias é perseguido em velocidade pelo cavaleiro, sendo laçado e derrubado ao chão. Ocorre ruptura na medula espinhal, ocasionando morte instantânea. Alguns ficam paralíticos ou sofrem rompimento parcial ou total da traquéia. O resultado de ser atirado violentamente para o chão tem causado a ruptura de diversos órgãos internos levando o animal a uma morte lenta e dolorosa.
Laço em dupla/team roping: dois cowboys saem em disparada, sendo que um deve laçar a cabeça do animal, e o outro as pernas traseiras. Em seguida os peões esticam o boi entre si, resultando em ligamentos e tendões distendidos, além de músculos machucados.
Bulldog: dois cavaleiros, em velocidade, ladeiam o animal que é derrubado por um deles, segurando pelos chifres e torcendo seu pescoço.
Ferramentas de Tortura
Agulhadas elétricas, um pedaço de madeira afiado, unguentos cáusticos e outros dispositivos de tortura são usados para irritar e enfurecer os animais usados nos rodeios,com o objetivo de mostrar um "bom show "para a multidão.
Sedem ou sedenho: é um artefato de couro ou crina que é amarrado ao redor do corpo do animal (sobre pênis ou saco escrotal) e que é puxado com força no momento em que o animal sai à arena. Além do estímulo doloroso pode também provocar rupturas viscerais, fraturas ósseas, hemorragias subcutâneas, viscerais e internas e dependendo do tipo de manobra e do tempo em que o animal fique exposto a tais fatores, pode-se evoluir até o óbito.
Objetos pontiagudos: pregos, pedras, alfinetes e arames em forma de anzol são colocados nos sedenhos ou sob a sela do animal.
Peiteira e sino: consiste em outra corda ou faixa de couro amarrada e retesada ao redor do corpo, logo atrás da axila. O sino pendurado na peiteira,contitui-se em mais um fator estressante pelo barulho que produz à medida em que o animal pula.
Esporas: às vezes pontiagudos, são aplicados pelo peão tanto na região do baixo-ventre do animal como em seu pescoço, provocando lesões e perfuração do globo ocular.
Choques elétricos e mecânicos: aplicados nas partes sensíveis do animal antes da entrada à arena.
Terebentina, pimenta e outras substâncias abrasivas: são introduzidas no corpo do animal
Golpes e marretadas: na cabeça do animal, seguido de choque elétrico, costumam produzir convulsões no animal e são o método mais usado quando o animal já está velho ou cansado.
Esses recursos que fazem o animal saltar descontroladamente, atingindo altura não condizente com sua estrutura, resultam em fratura de perna, pescoço e coluna, distensões, contusões, quedas, etc.
Segundo a Dra.Irvênia Prada, que foi por muitos anos Professora Titular da Faculdade de Medicina da USP e tendo mais de uma centena de trabalhos publicados em Anatomia Animal, ao observar as fotos dos animais em plena atividade no rodeio declarou: "os olhos dos animais mostram uma grande área arredondada, luminosa, consequente à dilatação de sua pupila. Na presença de luz, a pupila tende a diminuir de diâmetro (miose). Ao contrário, a dilatação da pupila (midríase) acontece na diminuição ou ausência de luz, na vigência de processo doloroso intenso e na vivência de fortes emoções (medo, pânico..) e que acompanham situações de perigo iminente, caracterizando a chamada Síndrome de Emergência de Canon. No ambiente da arena de rodeio, o esperado seria que os animais estivessem em miose, pela presença de luz. Assim, a midríase que exibem é altamente indicativa de que estejam na vigência da citada Síndrome de Emergência, o que caracteriza o sofrimento mental."
Fazendo Frente ao Mito
Num estudo conduzido pela Humane Society of the United States, dois cavalos conhecidos pelos seus temperamentos gentis foram submetidos ao uso da cinta no flanco. Ambos pularam dando coices até a cinta sair. Então vários cavalos do circuito de rodeio foram liberados dos currais sem a cinta no flanco e não pularam nem deram coices, mostrando que o comportamento selvagem e frenético dos animais é induzido pelos cowboys e promotores dos rodeios.
O Fim da Trilha
O médico veterinário Dr. C.G. Haber, que passou 30 anos como inspetor federal de carne, trabalhou em matadouros e viu vários animais descartados de rodeios sendo vendidos para abate. Ele descreveu os animais como "tão machucados que as únicas áreas em que a pele estava ligada à carne eram cabeça, pescoço, pernas e abdome. Eu vi animais com 6 a 8 costelas quebradas à partir da coluna, muitas vezes perfurando os pulmões. Eu vi de 2 a 3 galões de sangue livre acumulado sobre a pele solta. Estes ferimentos são resultado dos animais serem laçados nos torneios de laçar novilhos ou quando são montados através de pulos nas luta de bezerros." (1)
Os promotores de rodeio argumentam que precisam tratar seus animais bem para que eles sejam saudáveis e possam ser usados. Mas esta afirmativa é desmentida por uma declaração do Dr. T.K. Hardy, um veterinário e às vezes laçador de bezerros, feita à revista Newsweek: "Eu mantenho 30 cabeças de gado para prática, a U$200 por cabeça. Você pode aleijar três ou quatro numa tarde... É um hobby bem caro." (2) Infelizmente existe um fornecimento constante de animais descartados à disposição dos promotores de rodeios os quais tiveram seus próprios animais esgotados ou irremediavelmente feridos. Conforme o Dr. Harber documentou,os circuitos de rodeio são apenas um desvio na estrada dos matadouros.
Escolhas e Oportunidades
Embora os cowboys de rodeio voluntariamente arrisquem-se a sofrer injúrias nos eventos em que participam, os animais que eles usam não têm esta escolha. Em 1986, no rodeio de Calgary em Alberta no Canadá, um dos maiores rodeios da América do Norte, oito cavalos foram mortos ou fatalmente feridos num acidente numa corrida de carroças. Pelo fato da velocidade ser importante em vários rodeios, o risco de acidentes é alto.
Bezerros laçados quando estão correndo a mais de 27 milhas por hora, têm seus pescoços tracionados para trás pelo laço, geralmente resultando em injúrias no pescoço e costas,contusões, ossos quebrados e hemorragias internas. Bezerros ficam paralíticos devido à lesão de coluna vertebral ou suas traquéias ficam parcialmente ou totalmente machucadas.(3) Bezerros são usados apenas em um rodeio antes de voltarem ao rancho ou serem sacrificados devido aos ferimentos.(4)
Os cavalos dos rodeios geralmente desenvolvem problemas de coluna devido aos repetidos golpes que sofrem. Devido ao fato de cavalos não ficarem normalmente pulando para cima e para baixo,existe também o risco de lesão das patas quando o tendão se rompe.
As regras da associação de rodeios não são eficazes na prevenção de lesões e não são cobradas com rigor, nem as multas são severas o bastante para evitar maus tratos. Por exemplo, se um bezerro é ferido num torneio, a única punição é que o laçador não poderá laçar outro animal naquele dia. Se o laçador arrastar o bezerro, ele poderá ser desclassificado. Não há regras protegendo os animais durante as provas e não há nenhum observador objetivo ou exames requisitados para determinar se um animal foi ferido num evento.(6)
Notas
1.Human Society of the United States, interview with C.G. Haber, DVM (Rossburg, Ohio),1979
2."Rodeo :American Tragedy or Legalized Cruelty?" The Animals Agenda, March 1990
3.Dr. E.J. Finocchio, DVM, Letter to Rhode Island State Legislature. Feb. 28, 1989
4."Rodeo Critics Call It "Legalized Cruelty", San Francisco Chronicle, June 25, 1981
5.Lipsher, Steve, "Veterinarian Calls Rodeos Brutal to Stock" Denver Post, Jan 20, 1991
6.Schmitz, Jon "Council Bucks Masloff’s Veto On Rodeo Bill" Pittsburgh Press, Nov27, 1990
PETA - People for Ethical Treatment of Animals
Tradução: Luiziania de C.M.de Barros
Banner ilustração - Lenita Ouro Preto - S.O.S Animais
domingo, 28 de junho de 2009
A Depressão da TPM

Eu nunca escondi de ninguém que tenho TPM, o que pouca gente sabe é como minha TPM se manifesta.
Tudo bem.
Eu nunca escondi de ninguém que luto contra depressão, o que pouca gente sabe é que na TPM minha depressão fica pior! E eu fico horas e horas pensando e pensando que sou a pior das piores de todas as criaturas. Que sou a mais burra das alunas da turma e que vou ficar na final de uma disciplina cuja prova é amanhã... Isso porque eu ligo para várias pessoas da turma para tirar dúvidas e ouço de todos que não sabem de nada do assunto... que ainda nem sequer abriram a apostila, que não começaram a estudar, que ainda vão pegar o assunto... etc etc etc Alguns alegam não saber nem que a prova é amanhã!
Diante disso, bate outro sentimento mais ligado ao TOC do que à depressão em si. Eu começo a imaginar que, na verdade, é um complor. Todos sabem de tudo. Já estudaram o assunto ou estão se matando em casa devorando as páginas do conteúdo e simplesmente estão acordados entre si para me isolar e não me passar nenhuma informação.
Loucura? Pode ser. Até seria mas...
Período passado o professor dessa disciplina e eu tivemos discussões seríssimas que me levaram ao hospital com crises de hipertensão e pânico e quase me fizeram desistir do curso. O resultado é que hoje ele não me dirige a palavra, ele manda os slides das aulas dele para TODOS os alunos menos pra mim. Ele organiza excursões e visitas às empresas para aulas práticas e convida a TODOS menos a mim. Avisa quando vai faltar aula, quando vai repor aula, a data das provas a TODOS menos a mim.
A última prova dele, eu estudei pácas... tirei 7,3. Uma menina que disse que não tinha estudado nada tirou 9,5 e outra que ficou na cara dele abrindo a apostila o tempo todo tirou 10,0...
=/
Estou com medo.
Estou nervosa.
Nervosa, com medo, em pânico.
Estou triste.
Muito triste...
sábado, 6 de junho de 2009
FAB Encontra Corpos e Destroços de Avião da Air France
Até ontem eu tinha toda esperança. Esperança até de um sequestro extraterrestre... Foi, eu pensei nisso. Pensei até que Deus tivesse arrebatado o avião... Não me perguntem porque, mas eu pensei ué, oras! É muito mais fácil pensar que centenas de pessoas morreram num trágico acidente do que pensar que elas foram marte ou pra outra galáxia, né? E se o piloto fosse um mutante com uma missão de levá-los para uma experiência em outro planeta... Ai gente, enfim! Eu não sou louca, apenas penso além do óbvio.
Mas o fato é que hoje eu descobri que "sonho que se sonha só, é só um sonho que se sonha só"...
Encontraram as coisinhas, aos poucos estão encontrando.
Agora mesmo assim, eu ainda acredito que haja alguém vivo porque encontraram coisas intactas. Tipo, um bilhete de um pasageiro com o nome dele depois de 7 dias no mar, como assim? Uma mochila com cartão de vacina, máscaras de passageiros? Uma explosão não permitiria isso. E outra, os dois corpos encontrados são masculinos, ou seja, não estão em um estado tão ruim que seja impossível identificar. Logo, na minha mente que faz questão de enxergar algo alem do óbvio, cabe a possibilidade de haver sobreviventes.
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Voo 447: O que aconteceu?

"A probabilidade de encontrar sobreviventes é ínfima", afirmou o brigadeiro Ramon Borges Cardoso a jornalistas no Recife, onde estão centralizados os esforços de buscas pela aeronave.
Como assim "ínfima"? Não se tem material da aeronave. Não se tem corpos boiando, nem na costa, não se viu clarão de fogo na mata... Enfim! Estamos tratando de um imenso meio de transporte, um avião gigante que simplesmente DESAPARECEU no céu, sem deixar pistas. Teria se desintegrado no ar por uma ação da natureza? Um relâmpago? Acho pouco provável. Ou uma bomba? Bom, creio que qualquer ação terrorista já teria sido identificada a essa altura. Enfim, é cedo para esclarecer este mistério e talvez seja cedo mesmo após anos de pesquisas e investigações...
