quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Eu (também) não sou totalmente contra as festas de Natal

Oi.
Há quem diga que depois de casar eu me tornei intransigente em relação às discussões que envolvem a Bíblia e a vida de Deus. Acho que foi isso mesmo. Antes ser taxada de intransigente, chata e autoritária defendendo a verdade (que acredite, é uma só) a ser tida como cabeça aberta, crente moderninha que aceita tudo e convive bem com todos em qualquer lugar.
Lendo Augustus Nicodemos, em sua obra "O ateísmo cristão e outras ameaças à Igreja", deparo-me com um capítulo, intitulado "Não sou totalmente contra o Natal" e nesta data tão propícia, gostaria que você dedicasse um pouco do seu tempo para refletir comigo e com Nicodemos sobre esta máxima.
Que o Natal  tornou-se totalmente secularizado com um feriado propício a grandes gastos financeiros, bebedeiras e com o papai noel exibido no topo das árvores, portas, janelas e quintais todos concordam.
Que muitos fazem do dia 25 de dezembro um dia santo, também não é difícil concordar. Porém, você sabe porque o dia 25 de dezembro foi estabelecido para se comemorar o Natal? Existem três razões:
1 - Substituir as celebrações pagãs da Saturnália;
2 - Substituir as celebrações do solstício de inverno, quando era adorado o Sol Invicto; e
3 - Por ser a data de aniversário do imperador Constantino.
Mas e Jesus não nasceu nesta data?
Não se sabe, mas é provável que não. Analise:
Jesus nasceu em Belém. Belém esta época do ano é muitíssimo fria. Neva. Como se veria a estrela pelos reis magos que foram adorar Jesus quando ele nasceu? Como os pastores conseguiriam manter seus rebanhos ao ar livre, à noite? 
As controvérsias existem e são fatos. Porém, não é errado que nos alegremos com o nascimento do Salvador. A própria Confissão de Fé de Westminster diz ser parte do culto ordinário a Deus ações de graças em ocasiões especiais. E a Segunda Confissão Helvética de 1562, produzida sob supervisão de Bullinger, discípulo de Calvino declara aprovada a celebração memorial do nascimento, ressurreição e morte de Jesus.
Ademais, concordamos Nicodemus e eu, que a celebração do nascimento de Jesus, é mais que o nascimento de um ser sobrenatural, é a encarnação do próprio Deus na Terra.
Sendo assim, comemoremos esta data, mas sem permitir que as luzes que enfeitam nossas cidades e o culto pagão a personagens desimportantes ocupem o lugar da estrela maior que é JESUS!
Tenham todos um bom Natal.
Com amor e paz,
Hellen Taynan

Um comentário:

Ana Chagas disse...

Muito bom o artigo, Hellen. Estou com a Bíblia, com o Augustus Nicodemos e com vc. Rsrs.Feliz Natal!!!!