domingo, 1 de dezembro de 2013

Arengas, intrigas e amizades: aprendendo a viver!

Oi.
Quem é mais infantil: um menino de 18 anos que se intriga de uma colega de sala ou a colega de quase 30 anos que se dói por isso?
Uma das coisas que eu mais gosto em mim é que não me furto a apresentar meus próprios defeitos e ainda ser irônica comigo mesma, fazendo piada das minhas fraquezas. Pois é, eu não aprendi a viver ainda, mas acredito que estou no caminho certo, ou não.
Defeito número 1: eu me preocupo demais com o que os outros pensam de mim e, na ânsia de tentar agradar a todo mundo, entro em crise quando decepciono alguém. Deste defeito, ramifica-se todos os outros. Na sequência, eu me troco por crianças e incorro em erros infantis de intriguinhas e indiretas. Mas eu odeio indiretas, então lá vai bem direta:
INTRIGAR-SE DE COLEGAS DE UNIVERSIDADE NÃO É BONITINHO, É IMATURO E INFANTIL!
Eu fico me lembrando dos tempos em que eu tinha 5 ou 6 anos, aí alguém "arengava" comigo e eu unia as pontinhas dos meus dedinhos indicadores e dizia "corte aqui". Era até fofinho ver como tudo se resolvia com uma simples desunião dos dedos,  mas infelizmente eu cresci e já deveria estar longe dessas coisas. Mas aí, eis que aos 28 anos eu escolho me submeter novamente a uma outra graduação, começando do zero, como se fosse uma caloura que nunca conheceu o regime universitário, aí eu me deparo com uma sala repleta de adultos de 18 anos e de crianças de 18 anos. A cada dia me surpreendo com a maturidade de alguns e a imaturidade de outros. No começo eu sofri com isso, mas depois sacudi a poeira dos meus pés e tive o discernimento que por mais que eu queira ser uma novata deslumbrada com tudo o que é novo, eu não sou. E eu não me orgulho disso. Gostaria de verdade de viver um período de descobertas e aprendizados, mas não tenho tempo pra isso. Ao contrário, eu já descobri e já aprendi, apenas não estou lembrada como é. Gosto de um monte de gente lá da sala, quero tê-los como amigos pra vida toda. Amo as pessoas, principalmente quando elas se esforçam para entender minha complexa personalidade e aprendem a me aceitar como sou.
Com amor e sem intrigas,
Hellen Taynan

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