terça-feira, 30 de abril de 2013

Ataque, 2º dia de recomeço, desabafo e coisa e tal...

Oi.
Hoje foi o meu segundo dia da fase de ataque e eu tenho me comportado bem, mas eu sinto que agora a noite, algo vai sair dos eixos. Provavelmente eu "prove" do bolo que está ali na cantina... É, eu sei que é premeditado e que eu poderia evitar, mas não sei se quero porque hoje estou meio down. O episódio aconteceu ontem a noite, mas só hoje minha mente processou e eu pude refletir e ficar chateada com o ocorrido. Sabe, existe maneiras de se chegar a uma pessoa. Se uma coisa estava sob o poder de um determinado lugar há pelo menos meia década, não é necessário constranger o outro para que este lhe devolva. Se há 5 anos não fazia falta e agora faz, tudo bem. Chega, pergunta, diz da necessidade e pronto. É muito complicado ter que ser a bonequinha perfeita de bateria inesgotável sempre. Mas é que eu não sou e fica difícil sustentar uma postura de princesa irretocável quando o que mais se quer é gritar e mandar todo mundo ir tomar banho. Como sou tolhida a fazer isso, minhas frustrações voltam para mim mesma e aí eu fico triste. E é tudo. Tristeza pela impotência e talvez até por saber que no fundo eu estou errada afinal, ninguém é obrigado a me ceder nada.
Até quando?
=(
Com amor e tristeza,
Hellen Taynan

2 comentários:

Suzana ... Feliz recomeço ! disse...

Hellen,

Linda, obrigada pelo apoio, fiquei muito feliz em receber seu comentário.

Olha, infelizmente não podemos esperar muito das pessoas, estou aprendendo isso agora... temos que esperar somente de nós mesmo, só assim seremos felizes por completo.

Ameee-se

Beijos e ótima semana

Suzana

Silvia Carlos disse...

Oie!
Vc anda sumida, some não!!! Mesmo que os resultados não sejam como o esperado ou até mesmo porque o processo é lento...
Gostaria de pedir (ah, vc pode deletar este meu comentário se quiser), mas não posso deixar de pedir para não usar palavras como "down".
Tenho um filho deficiente e dói quando alguém usa, mesmo sem maldade, qualquer termo que nos remete à deficiência.
Não é "não aceitação da deficiência" e sim a dor que nos causa a banalidade com que é utilizado o termo.
Espero ler em breve suas novidades e quem sabe, eu tb tenha novidades.
Bjs
Sílvia