quarta-feira, 29 de abril de 2009

Somos pó

Por: Pr. Olavo Feijó

O Salmo 103 descreve várias maneiras em que se manifesta a misericórdia divina para conosco. Uma delas diz: “Ele conhece a nossa estrutura, lembra-se de que somos pó” (Salmos 103:14).

Nossa tendência humana é julgar os outros, a partir daquilo que encontramos dentro de nós. Colocando-nos como ponto central e referencial do mundo, nossa tendência é a de julgar inadequados ou, até, errados todos aqueles que pensam ou agem diferentemente. Daí o mandamento de Cristo: “Não julgueis, para que não sejais julgados”.

O Senhor, com toda a sua perfeição e santidade, tem todo o direito de nos julgar e condenar. Mas Ele não o faz. Ele olha para os nossos erros, nossos crimes, nossas delinqüências e “não nos trata segundo os nossos pecados”. Por causa disso, Ele nos cerca com Sua poderosa misericórdia e providência inúmeros recursos e meios para nossa recuperação e cura. A misericórdia divina brota da percepção divina, que “se lembra de que somos pó”. E, a partir de pó, a obra do Espírito de Cristo constrói “filhos de Deus”, para a eternidade. Que bom que Ele se lembra de que somos pó.

Disponível em:
http://devocionais.amoremcristo.com/devocionais_texto.asp?id=554&aecsite=1


Sobre o autor:

Pastor Olavo Feijó, nascido em 1930, é Bacharel em Teologia pelo Seminário do Sul, licenciado em Pedagogia pela UERJ, Mestre em Educação Cristã e Doutor em Educação, pelo Southwestern Seminary, Estados Unidos, e Pós-Doutor em Psicologia Desportiva, pela Universidade de Maryland, Estados Unidos. Professor Titular de psicologia, especialista em Percepção e Motivação. Foi pastor no Brasil e nos Estados Unidos. Consultor de relacionamentos humanos. Autor e co-autor de vários livros. Foi professor no Seminário Batista do Sul do Brasil e em universidades no Brasil, Estados Unidos, Paraguai e Chile. Casado com a psicoterapeuta Dra. Cristina Feijó.

4 comentários:

Mr Lee disse...

Enjoy your blog.So kind.Good luck!
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eu-amo-a-ey disse...

A vez em que eu tive a mais perfeita percepção de que não somos absolutamente nada, que não passamos de pó, foi quando fui à exumação dos restos mortais da minha avó.

A idéia é essa mesmo.

Um abraço!

Mya Schroeder disse...

Lindo o artigo!
E ainda tem outro texto bíblico que gosto mto. Está em Isaías 40:15 e diz "Eis que as nações são como uma gota dum balde; e foram consideradas como a camada fina de pó na balança. Eis que Ele levanta as próprias ilhas como se fossem apenas [pó] miúdo."
A grandiosidade espantadora do Criador e a nossa pequenez tão mesquinha mais uma se contrastando!

Bjo gde

Mya

PS.: Desculpe-me a ausencia por tanto tempo aki no seu cantinho. Vc sabia que estava dodói né. Estou ficando melhor, e por isso passei por aki

João Paulo Fernandes disse...

Maravilhoso esse texto. Parabéns pelo blog.

Deixo aqui o endereço do meu blog, da uam passada por lá. Abraço!

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